09/05/13

Os meus amigos

Os amigos, para mim, têm de ser sinceros. Não gosto de gente falsa. 
A partir do momento em que eu descubro que me mentiram, tento saber o porquê da mentira e , depois disso, tento pôr-me no lugar dessa pessoa, para ver se fazia o mesmo  ou não. 
Mas a partir desse dia, não a considero tão amiga como antes, pois não gosto de mentiras. Aliás, acho que ninguém gosta.
No entanto, gosto imenso de me divertir com eles, de ser divertida e de fazer parvoíces com eles, pois amigos que são amigos são verdadeiros e é assim que se quer.
Gosto de sair com eles, de passear, de conversar, mas mais com uns do que com outros. Alguns são mais divertidos para umas coisas e outros são mais divertidos para outras.
Não gosto nada de confusões, nem que gozem com os meus amigos. Nesse aspeto, não gosto nada que o façam ! Se não gozo com ninguém, não gosto que gozem comigo também .

Rute Cortez Nº12 8ºA

07/05/13

Amor de pai e filho

Numa conversa entre pai e filho, o filho diz: 
- Pai, pai, vamos à pesca? 
O pai responde: 
- Não sei, filho. Estou cansado e ainda tenho que ir procurar as canas! 
- Mas, pai, lá por teres 45 anos e usares óculos, não quer dizer que sejas velho! 
- E tu lá por teres 13 anos, seres alto e usares óculos, não quer dizer que sejas novo! 
- Que piada! Mas anda lá, está um belo dia de sol! Está um dia quente e vai ser muito fixe! 
- Está bem, vai lá começar a preparar as coisas enquanto eu me visto. 
 No rio, o filho, muito feliz, diz: 
- Olha, pai, as águas são tão cristalinas que dá para ver os peixes daqui de fora! 
- Pois é! Olha, como eu gosto de ti, disse à mãe que este dia era para nós os dois. No fim de pescarmos, vamos comer um gelado e depois logo se verá! 
- Pois, eu sei que tu gostas muito de mim, se não nunca me tinhas trazido à pesca. Sabes uma coisa, eu também gosto muito de ti! No fim da pescaria, os dois foram comer um gelado e foram passear.
Foi um dia especial para o rapaz.
Texto: Daniel Magalhães, 8ºB

15/03/13

A aventura de Marta


Era uma vez uma menina que tinha muitos problemas, que se chamava Marta. Ela sempre desejara encontrar a sua família, custasse o que custasse. Para os encontrar, já tinha feito de tudo, já tinha percorrido a aldeia, já tinha ido ao palácio…
Os seus pais tinham sido raptados por um inimigo, mas um dia Marta não aguentou mais as saudades e partiu à aventura. Depois de muito andar, ficou perdida na floresta.
 Andou e não encontrou ninguém, até que, num determinado momento, encontrou um amigo e perguntou:
 - Olá, eu sou a Marta.
- Eu sou o António.
- Ando à procura da minha família. Eles foram raptados há algum tempo.
 - Eu vi-os! Estão naquela casa ali ao fundo.
  - Obrigado, António, és o meu anjo da guarda.
 E foi assim que a Marta encontrou a sua família.
Maria Nunes, Nº10, 8º A

Um príncipe


Era uma vez um príncipe que tinha um objetivo preciso: encontrar a sua princesa. No final da sua viagem até ao castelo, viu a princesa que andava à procura: lá estava ela, ao pé de uma árvore, em cima de um cavalo branco!
Para o herói, as coisas estavam a ser fáceis, mas só que o príncipe ficou ferido porque ajudou um senhor que estava ao pé do castelo.
O príncipe e a princesa ficaram bons amigos. A princesa convidou o príncipe para ir ao castelo, para o conhecer
Começaram a conversar quando, de repente, o príncipe diz à princesa que tem que ir para casa, porque estava a ficar tarde. A princesa disse:
 - Não, hoje não vais, só amanhã. Amanhã, se quiseres, podes voltar.
 O príncipe e a princesa começaram a conhecer-se melhor e todos os dias o príncipe ia ver a sua princesa ao castelo.
Texto de Sara Almeida, Nº13, 8º Ano

O amor entre mãe e filhos

Em Itália, à beira-mar, há dois anos e meio, viviam uma filha, um filho e uma mãe muito jovem, bela e trabalhadora que adorava os seus filhos. Certo dia, tiveram uma conversa sobre o amor que cada um sentia.
 A filha, Juliana, tinha 3 anos e tinha dito à mãe que ela era o seu ídolo, o seu troféu, que era a melhor mãe do mundo.
 A mãe, Marisa, muito emocionada, disse:
 - Eu amo-te muito, tu para mim és tudo, és a minha vida! Tu e o teu irmão.
 - Nós também te amamos muito mãe. - disseram os filhos.


Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
 A mãe adorava mimar os filhos, adorava dar-lhe todo o seu carinho. Era uma mãe muito dedicada muito atenta, cuidadosa e responsável.
 O filho mais velho já andava na escola e tinha feito um cartão, para oferecer à mãe, que dizia o seguinte:
 - És a melhor mãe, és o meu ídolo e eu adoro-te muito.
 A mãe ficou muito emocionada. Esta viagem serviu para que cada um soubesse o amor que cada qual sentia pelos outros.
Texto de Daniela Almeida, Nª3, 8º A