Textos e trabalhos realizados pelos alunos na disciplina de Português (3º Ciclo)
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10/02/16
09/05/13
Os meus amigos
Os amigos,
para mim, têm de ser sinceros. Não gosto de gente falsa.
A partir do momento em
que eu descubro que me mentiram, tento saber o porquê da mentira e , depois
disso, tento pôr-me no lugar dessa pessoa, para ver se fazia o mesmo ou não.
Mas a partir desse dia, não a considero tão
amiga como antes, pois não gosto de mentiras. Aliás, acho que ninguém gosta.
No entanto, gosto imenso de me divertir com eles, de
ser divertida e de fazer parvoíces com eles, pois amigos que são amigos são verdadeiros
e é assim que se quer.
Gosto de sair com eles, de passear, de
conversar, mas mais com uns do que com outros. Alguns são mais divertidos para
umas coisas e outros são mais divertidos para outras.
Não gosto nada
de confusões, nem que gozem com os meus amigos. Nesse aspeto, não gosto nada
que o façam ! Se não gozo com ninguém, não gosto que gozem comigo também .
Rute Cortez Nº12 8ºA
07/05/13
Amor de pai e filho
Numa conversa entre pai e filho, o filho diz:
- Pai, pai, vamos à pesca?
O pai responde:
- Não sei, filho. Estou cansado e ainda tenho que ir procurar as canas!
- Mas, pai, lá por teres 45 anos e usares óculos, não quer dizer que sejas velho!
- E tu lá por teres 13 anos, seres alto e usares óculos, não quer dizer que sejas novo!
- Que piada! Mas anda lá, está um belo dia de sol! Está um dia quente e vai ser muito fixe!
- Está bem, vai lá começar a preparar as coisas enquanto eu me visto.
No rio, o filho, muito feliz, diz:
- Olha, pai, as águas são tão cristalinas que dá para ver os peixes daqui de fora!
- Pois é! Olha, como eu gosto de ti, disse à mãe que este dia era para nós os dois. No fim de pescarmos, vamos comer um gelado e depois logo se verá!
- Pois, eu sei que tu gostas muito de mim, se não nunca me tinhas trazido à pesca. Sabes uma coisa, eu também gosto muito de ti!
No fim da pescaria, os dois foram comer um gelado e foram passear.
Foi um dia especial para o rapaz.
Texto: Daniel Magalhães, 8ºB
15/03/13
A aventura de Marta
Era uma vez uma menina que tinha muitos problemas,
que se chamava Marta. Ela sempre desejara encontrar a sua família, custasse o
que custasse. Para os encontrar, já tinha feito de tudo, já tinha percorrido a
aldeia, já tinha ido ao palácio…
Os seus pais tinham sido raptados por um
inimigo, mas um dia Marta não aguentou mais as saudades e partiu à aventura.
Depois de muito andar, ficou perdida na floresta.
Andou e
não encontrou ninguém, até que, num determinado momento, encontrou um amigo e
perguntou:
- Olá,
eu sou a Marta.
- Eu sou o António.
- Ando à procura da minha família. Eles foram
raptados há algum tempo.
- Eu
vi-os! Estão naquela casa ali ao fundo.
- Obrigado,
António, és o meu anjo da guarda.
E foi assim
que a Marta encontrou a sua família.
Maria
Nunes, Nº10, 8º A
Um príncipe
Era uma vez um príncipe que tinha um objetivo
preciso: encontrar a sua princesa. No final da sua viagem até ao castelo, viu a
princesa que andava à procura: lá estava ela, ao pé de uma árvore, em cima de
um cavalo branco!
Para o herói, as coisas estavam a ser fáceis,
mas só que o príncipe ficou ferido porque ajudou um senhor que estava ao pé do
castelo.
O príncipe e a princesa ficaram bons amigos.
A princesa convidou o príncipe para ir ao castelo, para o conhecer
Começaram a conversar quando, de repente, o
príncipe diz à princesa que tem que ir para casa, porque estava a ficar tarde.
A princesa disse:
- Não,
hoje não vais, só amanhã. Amanhã, se quiseres, podes voltar.
O
príncipe e a princesa começaram a conhecer-se melhor e todos os dias o príncipe
ia ver a sua princesa ao castelo.
Texto
de Sara Almeida, Nº13, 8º Ano
O amor entre mãe e filhos
Em Itália, à beira-mar, há dois anos e meio, viviam
uma filha, um filho e uma mãe muito jovem, bela e trabalhadora que adorava os
seus filhos. Certo dia, tiveram uma conversa sobre o amor que cada um sentia.
Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
A filha,
Juliana, tinha 3 anos e tinha dito à mãe que ela era o seu ídolo, o seu troféu,
que era a melhor mãe do mundo.
A mãe,
Marisa, muito emocionada, disse:
- Eu
amo-te muito, tu para mim és tudo, és a minha vida! Tu e o teu irmão.
- Nós
também te amamos muito mãe. - disseram os filhos.
Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
A mãe
adorava mimar os filhos, adorava dar-lhe todo o seu carinho. Era uma mãe muito
dedicada muito atenta, cuidadosa e responsável.
O
filho mais velho já andava na escola e tinha feito um cartão, para oferecer à
mãe, que dizia o seguinte:
A mãe
ficou muito emocionada. Esta viagem serviu para que cada um soubesse o amor que
cada qual sentia pelos outros.
Texto
de Daniela Almeida, Nª3, 8º A
A irmã
Era uma vez um rapaz alto, magro, moreno e
com olhos verdes que se chamava Bernardo. Ele tinha praticamente 18 anos e
gostava muito da sua irmã, que se chamava Leonor.
Um dia, Bernardo andava a brincar com a sua irmã no jardim. Ele tinha-lhe dito que precisava de ir à casa de banho e que voltava daí a pouco. Leonor estava tão entretida a brincar que começou a correr atrás de uma borboleta e, mais tarde, perdeu-se. Bernardo, todo contente pela a irmã que tinha, ia ter com ela, mas de repente viu que já não estava no jardim… Bernardo chamou por Leonor, mas ela não lhe respondia… Começou a chorar e a culpar-se, a dizer que era um estúpido e que não devia ter deixado a irmã sozinha. Chegou a casa e contou aos pais o que tinha acontecido. Eles foram logo à polícia, que, no entanto, não conseguiu encontrar nada sobre a menina. Bernardo procurou por ela dia e noite, mas não a encontrou… Decidiu continuar a procurá-la, até que, um dia mais tarde, a encontrou. Estava deitada numa rocha, cheia de frio. Ele ficou todo contente por ter encontrado a irmã! Pegou nela e levou-a para casa. Bernardo, naquele dia, ficou tão assustado mas tão assustado que nuca mais deixou a irmã sozinha.
Um dia, Bernardo andava a brincar com a sua irmã no jardim. Ele tinha-lhe dito que precisava de ir à casa de banho e que voltava daí a pouco. Leonor estava tão entretida a brincar que começou a correr atrás de uma borboleta e, mais tarde, perdeu-se. Bernardo, todo contente pela a irmã que tinha, ia ter com ela, mas de repente viu que já não estava no jardim… Bernardo chamou por Leonor, mas ela não lhe respondia… Começou a chorar e a culpar-se, a dizer que era um estúpido e que não devia ter deixado a irmã sozinha. Chegou a casa e contou aos pais o que tinha acontecido. Eles foram logo à polícia, que, no entanto, não conseguiu encontrar nada sobre a menina. Bernardo procurou por ela dia e noite, mas não a encontrou… Decidiu continuar a procurá-la, até que, um dia mais tarde, a encontrou. Estava deitada numa rocha, cheia de frio. Ele ficou todo contente por ter encontrado a irmã! Pegou nela e levou-a para casa. Bernardo, naquele dia, ficou tão assustado mas tão assustado que nuca mais deixou a irmã sozinha.
14/03/13
O meu orgulho
Conheço uma pessoa corajosa! A
sua vida nunca foi fácil mas ela sempre passou por cima de tudo. Ela é a minha
MÃE.
Simpática, honesta e lutadora,
tem um rosto belo, esbelto. As suas pequenas rugas aparecem, mas a sua beleza
nunca desaparece.
Ela é mesmo única! Sofreu muito
na sua vida, mas só pensou uma única vez: agarrou os seus quatro filhos e só
lhe restou fugir para um lugar onde ninguém a encontrasse. Passámos uma época
de afastamento, passaram anos em que ela não me viu, fechada num hospital.
Ninguém sabia o que ela estava a sentir! São coisas que não têm palavras para
serem descritas.
Ela foi e será sempre um grande orgulho para
mim! Admiro-a bastante pela pessoa que ela foi e é.
Adoro-te Mãe!
texto de Fátima Silva, nº6, 8ºA
13/03/13
Daniel e Miquelina - uma história de Amor
Era uma vez um jovem e belo caçador chamado Daniel.
Era um rapaz musculado e, por isso, era desejado por muitas raparigas da sua
aldeia. Mas havia uma especial, chamada Miquelina, que era muito bonita, simpática
e muito esperta. Também escrevia poemas, poemas muito bonitos.
Um dia, o jovem foi caçar. Passadas três horas, já
tinha caçado quatro javalis e uma dúzia de pombas. Ele era muito bom caçador,
mas, como já estava fatigado, parou junto a um carvalho gigantesco. Aí descansou
durante duas horas. Passado esse tempo, ouviu uns sons no meio dos arbustos e perguntou:
- Quem está aí?
Ninguém respondeu e ele decidiu ir ver quem era. Encontrou ali a jovem Miquelina a cantar. A jovem, envergonhada por estar diante de um rapaz tão bonito e musculado como o Daniel, tentou esconder-se. O jovem caçador, no entanto, perguntou:
- Quem está aí?
Ninguém respondeu e ele decidiu ir ver quem era. Encontrou ali a jovem Miquelina a cantar. A jovem, envergonhada por estar diante de um rapaz tão bonito e musculado como o Daniel, tentou esconder-se. O jovem caçador, no entanto, perguntou:
- Que fazeis aqui, neste bosque tão belo?
- Vim impressionar-vos com a minha música, na minha
opinião, bela! – Exclamou a jovem Miquelina.
- Bom, vós conseguistes. Vós sois bela e tendes uma simpatia incrível! – Disse ele, elogiando a jovem.
A jovem ficou impressionada pelo elogio e agradeceu. Eles continuaram a falar e conheceram-se melhor.
- Bom, vós conseguistes. Vós sois bela e tendes uma simpatia incrível! – Disse ele, elogiando a jovem.
A jovem ficou impressionada pelo elogio e agradeceu. Eles continuaram a falar e conheceram-se melhor.
Passados dois meses, já eram namorados e não viviam
um sem o outro.
texto de: Daniel Gaspar, nº3, 8ºB
Um amigo
Um
dia, o Mauro, que vivia numa pequena aldeia, teve que ir estudar para uma cidade
gigantesca, onde havia vários meninos e meninas.
Quando
o Mauro ia para a escola, não se conseguia orientar. Era muita gente e a escola
era enorme, ele andava sempre perdido. Até que, um dia, conheceu um rapaz, mais
ou menos da sua idade. Perguntou-lhe se sabia onde era o laboratório. O rapaz
respondeu-lhe que não sabia, pois também era novo naquela escola. Os meninos
sentaram-se e começaram a conversar, à espera que alguém passasse e os ajudasse.
O Mauro
apresentou-se e perguntou ao colega como se chamava. Este disse-lhe que era o Daniel.
Entretanto, passou uma mulher com uma cara muito simpática que lhes perguntou o
que é que eles estavam ali a fazer. Eles responderam que eram novos na escola e
não sabiam onde iam ter aulas. A senhora então levou-os para as suas salas de
aula. Ao entrar, aperceberam-se que todos se começaram a rir, mas nenhum deles
se importou.
Tocou
para intervalo e foram os dois brincar com os rapazes da idade deles. Então, a
partir desse dia, eles perceberam que se tinha tornado grandes amigos e nunca
mais se sentiram sós.
Texto de Beatriz Simão, nº1, 8ºB
Inverno
No inverno, há sempre muita chuva. Nos dias chuvosos
há sempre muitas estradas cortadas porque quando há muita chuva, há muito vento
e os postes e os pinheiros normalmente caem.
Não gosto do inverno porque fico quase sempre
doente, com umas gripes que demoram muito tempo a passar.
Nos dias chuvosos, dá vontade de estar no sofá
à lareira a ver televisão, acompanhados por um chá e umas bolachas.
Mas, nesses dias, quando temos que ir à
escola, não gosto nada, pois temos que levar guarda-chuva e a escola está
sempre molhada, por mais que as funcionárias limpem.
Também temos que ter atenção ao calçado que
usamos, pois o piso torna-se escorregadio e podemos cair e magoar-nos. Devemos ainda
andar nas estradas com cuidado, por causa dos acidentes.
Quando há muito vento, não gosto de sair de
casa, pois torna-se difícil andar na rua e anda tudo pelo ar.
Só gosto do inverno quando há neve, pois neve
há poucas vezes por ano e a chuva cai em qualquer altura.
Por todas estas razões é que não gosto lá
muito do inverno. Adoro o verão.
Texto de: Diana Antunes, nº5, 8ºB
O Amor
Era uma vez um rapaz chamado Diogo, um lindo rapaz de
olhos e cabelos castanhos. Esse rapaz foi levado pelas palavras de uma colega de
turma, a Luísa, uma rapariga que pensava que mandava em todos e mais alguns e
que tinha o mal dentro dela para deixar toda a gente infeliz na vida.
Diogo tinha namorado uma bela rapariga, tempos antes,
chamada Cristina. Toda a gente notava o brilho dos olhos deles, o amor que
sentiam um pelo outro.
Mas não eram só eles que estavam felizes, a sua prima
Íris nunca tinha estado tão bem com o seu primo, devido a falarem e a
partilharem todos os momentos bons um com o outro.
Numa certa manhã de nevoeiro, Luísa fez com que ele
gostasse dela e não de Cristina. Cristina seguiu com a vida dela em frente, encontrou
um rapaz que a amava. Mas Íris jurou a si mesma que os teria que juntar,
pois queria ver o seu primo feliz como antes. Notava-se que os olhos de Diogo não brilhavam, que já
não era feliz.
Numa certa noite, Íris disse a Diogo tudo o que
sentia e, felizmente, Diogo apercebeu-se a tempo quem era Luísa. Cristina já não era comprometida e, como ainda amava
Diogo, ficou com ele e voltaram a namorar. A sua prima Íris ficou muito feliz
por ter realizado o que prometera há tempos atrás. Luísa ficou só e infeliz para sempre. Os dois viveram um amor eterno, como antes.
Íris tornou-se novamente irmã de Diogo e não prima, e
mostrou a toda a gente que vale a pena lutar pelo amor.
texto e desenho de Inês Miguel, nº11, 8ºB
A grande viagem
Estávamos
no alto mar, todos muito contentes e ansiosos, para saber se chagaríamos vivos
ou não. “Como
será a Índia?”, perguntávamo-nos. Estávamos no cabo da Boa Esperança quando, de
repente:
- Olhem!
Um monstro! - gritou um marinheiro.
- Nunca
vi nada assim! - disse Vasco da Gama.
Das
treze caravelas que partiram, já só víamos nove. A de Bartolomeu Dias estava ao
nosso lado e a última coisa que o ouvimos dizer foi:
- Quando
eu dobrei este cabo, não vi este assombroso monstro!
De
repente:
- Ah!
Ajudem-nos!- gritavam os marinheiros da caravela de Bartolomeu Dias, que o
monstro acabava de engolir.
As
oito caravelas que restavam, uniram-se e combateram o terrível Adamastor (nome
que Vasco da Gama lhe deu) e, por fim, derrotaram-no.
Quando
regressaram da Índia, vinham mais confiantes que nunca, pois, meses antes,
tinha derrotado o terrível Adamastor.
texto de Eduarda Pinto,, nº6, 8ºB
O poder do Amor
Era uma vez, uma rapariga chamada Maria. Ela era uma
rapariga bonita e humilde que trabalhava numa casa de uma senhora muito rica.
Num dia de sol, estava Maria a regar as flores quando viu um rapaz loiro e de
olhos azuis. Ele, mal a viu, ficou logo apaixonado. Foi ter com ela.
- Olá. Chamo-me Rafael. - disse ele. – E tu?
- Sou a Maria. – respondeu ela.
- Digo-te uma coisa, és a rapariga mais linda que já
vi. – elogiou ele.
- Obrigada. Desculpa, mas tenho de ir trabalhar senão a
minha patroa despede-me. – disse a Maria.
- Está bem. Adeus. Gostei muito de te conhecer. – disse
ele.
E foi trabalhar.
Rafael era um rapaz rico que morava na casa ao lado da
qual trabalhava a rapariga. Todos os dias eles se cruzavam e falavam. Um dia, foram dar um passeio pelo parque e o rapaz
disse:
- Sabes, há muito tempo que não me sentia assim.
- Como? – perguntou ela.
- Assim… Tenho uma coisa para te dizer, já há muito
tempo. – disse ele.
- Diz. – insistiu ela.
- Estou completamente apaixonado por ti. – disse ele.
Ela ficou sem palavras. De repente, eles beijaram-se.Passados alguns dias, ele levou-a a conhecer os pais.
Quando os pais dele souberam que ela era empregada, não a aceitaram e fizeram
de tudo para os separar.
Mas não conseguiram. Sem o consentimento dos pais, ele
fugiu de casa e levou a Maria. E assim viveram felizes para sempre
Texto de: Inês Alves, nº10, 8ºB
A amizade e o amor
A amizade é um sentimento que se sente por várias
pessoas, enquanto que o amor é um sentimento que se sente por uma pessoa.
Na minha opinião, um amigo é aquele que está lá quando
necessitamos, quando estamos tristes e precisamos de apoio, é aquele que está
presente nos bons e maus momentos. Mas um amigo, ao longo do tempo, pode
transformar-se em mais do que isso.
Por outro lado, o amor é um sentimento inexplicável.
O amor de namorados, é um amor diferente, em que um depende do outro para se
manter feliz.
Quando sentimos amor por alguém, já não conseguimos
viver sem esse amor. No entanto, isso um dia pode acabar e, quando acaba, o
casal pode continuar com uma amizade ou nunca mais se falar.
Por tudo isto, posso afirmar que ambos são diferentes.
texto de Andreia Almeida, nº2, 8ºB
O perigo do Cabo da Boa Esperança
Durante
a viagem para à Índia, enquanto dobravam o Cabo da Boa Esperança, aconteceu
algo que já era temido, algo que já tinham ouvido falar nas lendas. Naquele
momento, mais que nunca, temiam pelas suas vidas.
Começaram
a sentir o barco a abanar e todos perguntavam:
- O
que é isto? Mas o que é que está a acontecer?
Ninguém
tinha resposta para aquelas perguntas. De repente, apareceram lindas sereias,
que tinham uma cauda grande e para cima da cintura, conchas a brilhar que as
tapavam. Tinham olhos de tristeza, de falta de carinho e os marinheiros
começaram a dizer:
- Mas
que sereia tão linda, tão bela!!!!!!
Todos
se iludiram pelas sereias. De repente, as sereias ficavam com os olhos todos
vermelhos e com dentes aguçados. Um marinheiro começou a gritar e elas ficaram
a olhar para ele com os olhos normais:
- Cuidado,
isto é tudo uma ilusão! Elas são monstros só nos querem levar para o fundo do
mar para morrermos e se alimentarem de vós!!
- Estás
maluco! Como é que uma beldade desta é um monstro como tu dizes?- perguntou,
sem tirar os olhos da sereia.
Apressadamente,
as sereias mudaram a cor dos os olhos e afogaram os homens. Apenas um sobreviveu,
aquele que tinha chamado a atenção dos marinheiros.
Esse marinheiro chegou à Índia e foi para Lisboa contar à
grande aventura.
texto de: Marlene Silva, nº7, 8º B
A viagem
Ao longo da viagem, os nossos marinheiros foram contando anedotas, histórias passadas. Diziam charadas e advinhas. Lembro-me de uma advinha que alguém nos colocou que era assim:
- Porque é que a galinha atravessou a rua?
Respondeu logo o capitão:
- Para ir para o outro lado.
E assim todos se riam. Apesar de não ter piada, eles gostavam disso.
TextoA nossa caravela, já muito avançada, tinha uma vela triangulares com a bandeira portuguesa. Mas, apesar de todas estas coisas agradáveis, também havia coisas tristes, como por exemplo, doenças que os nossos marinheiros tinham e caravelas que afundavam contra as rochas da costa de África.
TextoA nossa caravela, já muito avançada, tinha uma vela triangulares com a bandeira portuguesa. Mas, apesar de todas estas coisas agradáveis, também havia coisas tristes, como por exemplo, doenças que os nossos marinheiros tinham e caravelas que afundavam contra as rochas da costa de África.
Tivemos de parar em Moçambique, para reabastecer de água potável e deixar os doentes. Depois, seguimos até ao nosso destino, a Índia. Passado um mês, lá estávamos nós na Índia.
12/03/13
A profissão
A escolha de uma profissão é um momento decisivo
na vida de qualquer pessoa. Assim sendo, as pessoas devem ter em conta alguns aspectos
importantes antes de escolherem uma profissão, como por exemplo, qual é a área em que querem trabalhar durante a vida. Devem igualmente ter em conta se é um
trabalho que realmente gostam e se é
uma profissão que dê emprego, porque a maioria das pessoas escolhe uma profissão
que gosta mas depois acaba por ficar desempregado. Para além disso, temos a
questão de saber se é um emprego que ofereça um bom ordenado e tempo para descansar.
Eu também gostaria de ser informático,
pois é uma profissão que gosto. Recebemos um bom ordenado e temos tempo para
estar com os amigos. No entanto tem um senão: é uma área que está sempre a evoluir,
pois a tecnologia evolui a cada minuto, logo um informático nunca está
totalmente pronto para o mercado de trabalho.
É por todas estas razões que asa
pessoas, antes de escolherem uma profissão, têm de ter em atenção alguns dos aspectos
referidos anteriormente.
Paraíso debaixo de água
Todos vós, certamente, conheceis a epopeia “Os Lusíadas”, de Luís
de Camões. Trata-se de uma obra sobre a viagem à Índia, de Vasco da Gama, um homem corajoso aventureiro,
explorador de barba e cabelo grande, com cabelos negros, alto e magro. No entanto, Camões não contou uma parte da história.
No dia seguinte, uma parte dos seus marinheiros, por
ordem de Vasco da Gama, saltou para a água, segura por uma corda, para o
ajudarem na sua expedição subaquática.
Escreveu numa “agenda” tudo oque tinha visto, para o
caso de lhe acontecer alguma coisa durante a viagem.
Quando chegou à Índia, relatou ao Imperador o que
tinha observado no mar. Era uma paisagem subaquática realmente bela, tão bela que lhe chamou “Paraíso debaixo de água”. As
águas eram claras e límpidas e tudo era maravilhoso.
Para além de herói, Vasco da Gama passou a ser
conhecido, na Índia e em Portugal, pelo apelido “Descobridor do Paraíso Subaquático”.
O poema
Num
lugar distante, há dois rapazes chamados João e Pedro. Eles gostavam
muito de fazer poemas, pois era o seu passatempo favorito e era onde passavam a
maior parte do tempo.
Um
dia, decidiram fazer um poema, mas desta vez diferente de todos os outros.
Assim sendo, decidiram fazê-lo em conjunto.
Os
poemas eram muito bons, bem feitos. As palavras rimavam todas umas com as
outras e as pessoas que os liam, sentiam a harmonia perfeita que existia em
todas as palavras.
Mas
nesse dia, como já tinham pensado á algum tempo, fizeram um poema juntos.
O
João virou-se para o Pedro e disse:
-
Então, Pedro, será que é desta vez que iremos ter sucesso mais de que alguma vez
tivemos?
- Sim, claro que vamos! Já que os nossos poemas são únicos e assim desta maneira
ainda serão mais – disse Pedro.
-
Então vamos lá começar! – disse João.
Com
isto lá começaram eles a fazer o grande poema que seria do ponto de vista deles
o melhor de todos, o melhor que alguma vez teriam feito!
Durante
dois meses escreveram-no e o resultado final foi o que estavam a espera.
Extraordinário era o nome indicado para aquele poema, pois quando o estavam a
fazer, as ideias pareciam encaixar como peças, onde todas as frases rimavam
umas com as outra.
No
dia do lançamento estavam os dois nervosos pois aquele dia seria marcante, mas
para bem deles correu tudo bem e o poema foi um sucesso por isso, nunca mais
pararam de fazer poemas juntos.
Texto de: Rúben Simões, nº14, 9ºA
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