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12/06/17

O Sorriso de Daniela (resumo em eBook)

Depois de ler "O Sorriso de Daniela", de Carmen Gil (texto) e Rebeca Luciani (ilustração), a Magda Rodrigues, do 8ºA, fez este eBook com o resumo da obra:

04/04/17

"As Aventuras de Tintim: A Estrela Misteriosa" (resumo, em BD)

Resumo em banda desenhada do livro "Uma Aventura de Tintim - A Estrela Misteriosa", de Hergé, feito pela Magda Rodrigues, do 8ºA:

10/01/17

"A Ilha do Tesouro", Robert Louis Stevenson

A Magda Rodrigues, do 8ºA, depois de ler "A Ilha do Tesouro", de Robert Louis Stevenson, fez este eBook com um resumo/adaptação da obra. Ora vê:




"Chicken Little" - Disney

A aluna Ana Mafalda S., do 8ºA, fez um resumo/adaptação do livro "Chicken Little", da Disney. Aqui está ele:



15/12/16

Ferro do Diabo

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Ferro do Diabo, o nome do navio mais autêntico que qualquer pobre alma alguma vez viu neste mundo.
O que tornava este navio tão poderoso era o seu capitão, Santiago de La Vega, o marinheiro mais poderoso que alguma vez se ouviu falar. Era de estrutura média, tinha olhos meio verdes, a barba não muito grande e tinha um casaco e um chapéu de marinheiro vermelhos. Mas o que fazia dele um marinheiro tão poderoso e um personagem tão intrigante era que, no fundo, era boa pessoa, tanto que nunca matou um homem com as suas próprias mãos, apesar de ser habilidoso com a espada como ninguém.
Santiago de La Vega dizia sempre que, por mais canalha que a pessoa fosse, só Deus podia tirar a vida, pois só ele a dá. Um dia, o capitão e o contramestre estavam a decidir qual seria o próximo navio pirata a atacar e o capitão disse:
- Para a próxima não quero que matem ninguém. 
Ele teimava sempre para não matarem ninguém.
- Esquece, és o capitão e tudo, mas estes criminosos, merecem morrer.
O que é certo é que nessa noite o navio foi atacado e apenas Santiago de La Veja foi poupado.
João Almas, 8ºB

03/11/16

A bordo do Beagle

A bordo do Beagle


 Nunca fui bom cozinheiro, mas sempre tive um grande fascínio pela culinária. Nas minhas pausas de trabalho, customava sentar-me na cadeira com as pernas cruzadas a ver revistas que a minha mãe me comprava todas a semanas, por saber dessa minha paixão pela culinária. 
Ao longo dos anos fui ganhando o jeito e agora aqui estou eu, a bordo do Beagle, a trabalhar como cozinheiro, convidado pelo meu grande amigo Darwin a uma expedição de ilhas no oceano pacífico!
Estava a preparar o almoço para aquela gente toda quando começo a ouvir gritos de “Terra à vista!”.      
Desembarcámos assim que chagámos. Foi bom ter os pés assente na Terra. Olhei em volta e fiquei sem palavras. Parecia que estava no paraíso: uma linda praia, uma linda floresta, a água parecia feita de diamantes! Decidimos entrar naquele monte de árvores. A cada passo dado, cada animal novo, cada arbusto, cada árvore, tudo era lindo, parecia tudo tão especial, como nunca antes visto!
Anoiteceu rapidamente, não demos pelo tempo passar. Decidimos acampar no meio da floresta. Falámos durante grande parte da noite, quando Darwin me contou todos os seus projetos.
O tempo ali passava num abrir e fechar de olhos e, por isso, rapidamente se passaram alguns dias. Darwin tinha descoberto várias espécies de animais e plantas, mas estava na hora de partir, tínhamos novas ilhas para descobrir.

Joana M. nº5, 8ºB

Verbete de enciclopédia e Artigo de divulgação científica (características)

Apresentação sobre as características do verbete enciclopédia e do artigo de divulgação científica, da autoria de Ricardo N. e de Simão F. do 8ºB:

 

A reportagem e suas características

Trabalho de Simão F. e de Sandro L., do 8º B, sobre as características da reportagem:

 

A entrevista e suas características

Trabalho da Joana Henriques e da Mariana Alves, do 8ºB, sobre as características da entrevista:

 

01/03/14

"Se Eu Fosse Uma Caneta" (eBook)

Nas férias do Natal, foi pedido aos alunos do 8ºC e do 8ºD que escrevessem três frases, cada uma delas acompanhada de um desenho, que completassem a seguinte afirmação: "Se eu fosse uma caneta...". O resultado deu origem a este eBook:

09/05/13

Os meus amigos

Os amigos, para mim, têm de ser sinceros. Não gosto de gente falsa. 
A partir do momento em que eu descubro que me mentiram, tento saber o porquê da mentira e , depois disso, tento pôr-me no lugar dessa pessoa, para ver se fazia o mesmo  ou não. 
Mas a partir desse dia, não a considero tão amiga como antes, pois não gosto de mentiras. Aliás, acho que ninguém gosta.
No entanto, gosto imenso de me divertir com eles, de ser divertida e de fazer parvoíces com eles, pois amigos que são amigos são verdadeiros e é assim que se quer.
Gosto de sair com eles, de passear, de conversar, mas mais com uns do que com outros. Alguns são mais divertidos para umas coisas e outros são mais divertidos para outras.
Não gosto nada de confusões, nem que gozem com os meus amigos. Nesse aspeto, não gosto nada que o façam ! Se não gozo com ninguém, não gosto que gozem comigo também .

Rute Cortez Nº12 8ºA

07/05/13

Amor de pai e filho

Numa conversa entre pai e filho, o filho diz: 
- Pai, pai, vamos à pesca? 
O pai responde: 
- Não sei, filho. Estou cansado e ainda tenho que ir procurar as canas! 
- Mas, pai, lá por teres 45 anos e usares óculos, não quer dizer que sejas velho! 
- E tu lá por teres 13 anos, seres alto e usares óculos, não quer dizer que sejas novo! 
- Que piada! Mas anda lá, está um belo dia de sol! Está um dia quente e vai ser muito fixe! 
- Está bem, vai lá começar a preparar as coisas enquanto eu me visto. 
 No rio, o filho, muito feliz, diz: 
- Olha, pai, as águas são tão cristalinas que dá para ver os peixes daqui de fora! 
- Pois é! Olha, como eu gosto de ti, disse à mãe que este dia era para nós os dois. No fim de pescarmos, vamos comer um gelado e depois logo se verá! 
- Pois, eu sei que tu gostas muito de mim, se não nunca me tinhas trazido à pesca. Sabes uma coisa, eu também gosto muito de ti! No fim da pescaria, os dois foram comer um gelado e foram passear.
Foi um dia especial para o rapaz.
Texto: Daniel Magalhães, 8ºB

15/03/13

A aventura de Marta


Era uma vez uma menina que tinha muitos problemas, que se chamava Marta. Ela sempre desejara encontrar a sua família, custasse o que custasse. Para os encontrar, já tinha feito de tudo, já tinha percorrido a aldeia, já tinha ido ao palácio…
Os seus pais tinham sido raptados por um inimigo, mas um dia Marta não aguentou mais as saudades e partiu à aventura. Depois de muito andar, ficou perdida na floresta.
 Andou e não encontrou ninguém, até que, num determinado momento, encontrou um amigo e perguntou:
 - Olá, eu sou a Marta.
- Eu sou o António.
- Ando à procura da minha família. Eles foram raptados há algum tempo.
 - Eu vi-os! Estão naquela casa ali ao fundo.
  - Obrigado, António, és o meu anjo da guarda.
 E foi assim que a Marta encontrou a sua família.
Maria Nunes, Nº10, 8º A

Um príncipe


Era uma vez um príncipe que tinha um objetivo preciso: encontrar a sua princesa. No final da sua viagem até ao castelo, viu a princesa que andava à procura: lá estava ela, ao pé de uma árvore, em cima de um cavalo branco!
Para o herói, as coisas estavam a ser fáceis, mas só que o príncipe ficou ferido porque ajudou um senhor que estava ao pé do castelo.
O príncipe e a princesa ficaram bons amigos. A princesa convidou o príncipe para ir ao castelo, para o conhecer
Começaram a conversar quando, de repente, o príncipe diz à princesa que tem que ir para casa, porque estava a ficar tarde. A princesa disse:
 - Não, hoje não vais, só amanhã. Amanhã, se quiseres, podes voltar.
 O príncipe e a princesa começaram a conhecer-se melhor e todos os dias o príncipe ia ver a sua princesa ao castelo.
Texto de Sara Almeida, Nº13, 8º Ano

O amor entre mãe e filhos

Em Itália, à beira-mar, há dois anos e meio, viviam uma filha, um filho e uma mãe muito jovem, bela e trabalhadora que adorava os seus filhos. Certo dia, tiveram uma conversa sobre o amor que cada um sentia.
 A filha, Juliana, tinha 3 anos e tinha dito à mãe que ela era o seu ídolo, o seu troféu, que era a melhor mãe do mundo.
 A mãe, Marisa, muito emocionada, disse:
 - Eu amo-te muito, tu para mim és tudo, és a minha vida! Tu e o teu irmão.
 - Nós também te amamos muito mãe. - disseram os filhos.


Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
 A mãe adorava mimar os filhos, adorava dar-lhe todo o seu carinho. Era uma mãe muito dedicada muito atenta, cuidadosa e responsável.
 O filho mais velho já andava na escola e tinha feito um cartão, para oferecer à mãe, que dizia o seguinte:
 - És a melhor mãe, és o meu ídolo e eu adoro-te muito.
 A mãe ficou muito emocionada. Esta viagem serviu para que cada um soubesse o amor que cada qual sentia pelos outros.
Texto de Daniela Almeida, Nª3, 8º A


A irmã


Era uma vez um rapaz alto, magro, moreno e com olhos verdes que se chamava Bernardo. Ele tinha praticamente 18 anos e gostava muito da sua irmã, que se chamava Leonor. 
Um dia, Bernardo andava a brincar com a sua irmã no jardim. Ele tinha-lhe dito que precisava de ir à casa de banho e que voltava daí a pouco. Leonor estava tão entretida a brincar que começou a correr atrás de uma borboleta e, mais tarde, perdeu-se. Bernardo, todo contente pela a irmã que tinha, ia ter com ela, mas de repente viu que já não estava no jardim… Bernardo chamou por Leonor, mas ela não lhe respondia… Começou a chorar e a culpar-se, a dizer que era um estúpido e que não devia ter deixado a irmã sozinha. Chegou a casa e contou aos pais o que tinha acontecido. Eles foram logo à polícia, que, no entanto, não conseguiu encontrar nada sobre a menina. Bernardo procurou por ela dia e noite, mas não a encontrou… Decidiu continuar a procurá-la, até que, um dia mais tarde, a encontrou. Estava deitada numa rocha, cheia de frio. Ele ficou todo contente por ter encontrado a irmã! Pegou nela e levou-a para casa. Bernardo, naquele dia, ficou tão assustado mas tão assustado que nuca mais deixou a irmã sozinha.


Texto de Sara Costa, Nº14, 8ºA


14/03/13

O meu orgulho

Conheço uma pessoa corajosa! A sua vida nunca foi fácil mas ela sempre passou por cima de tudo. Ela é a minha MÃE.
Simpática, honesta e lutadora, tem um rosto belo, esbelto. As suas pequenas rugas aparecem, mas a sua beleza nunca desaparece.
Ela é mesmo única! Sofreu muito na sua vida, mas só pensou uma única vez: agarrou os seus quatro filhos e só lhe restou fugir para um lugar onde ninguém a encontrasse. Passámos uma época de afastamento, passaram anos em que ela não me viu, fechada num hospital. Ninguém sabia o que ela estava a sentir! São coisas que não têm palavras para serem descritas.
 Ela foi e será sempre um grande orgulho para mim! Admiro-a bastante pela pessoa que ela foi e é.
Adoro-te Mãe! 
texto de Fátima Silva, nº6, 8ºA

13/03/13

Daniel e Miquelina - uma história de Amor

Era uma vez um jovem e belo caçador chamado Daniel. Era um rapaz musculado e, por isso, era desejado por muitas raparigas da sua aldeia. Mas havia uma especial, chamada Miquelina, que era muito bonita, simpática e muito esperta. Também escrevia poemas, poemas muito bonitos.
Um dia, o jovem foi caçar. Passadas três horas, já tinha caçado quatro javalis e uma dúzia de pombas. Ele era muito bom caçador, mas, como já estava fatigado, parou junto a um carvalho gigantesco. Aí descansou durante duas horas. Passado esse tempo, ouviu uns sons no meio dos arbustos e perguntou:
- Quem está aí?
Ninguém respondeu e ele decidiu ir ver quem era. Encontrou ali a jovem Miquelina a cantar. A jovem, envergonhada por estar diante de um rapaz tão bonito e musculado como o Daniel, tentou esconder-se. O jovem caçador, no entanto, perguntou:
- Que fazeis aqui, neste bosque tão belo?
- Vim impressionar-vos com a minha música, na minha opinião, bela! – Exclamou a jovem Miquelina.
- Bom, vós conseguistes. Vós sois bela e tendes uma simpatia incrível! – Disse ele, elogiando a jovem.
A jovem ficou impressionada pelo elogio e agradeceu. Eles continuaram a falar e conheceram-se melhor.
Passados dois meses, já eram namorados e não viviam um sem o outro.

texto de: Daniel Gaspar, nº3, 8ºB