16/01/13

O jovem pescador

     Era uma vez um rapaz que tinha sido abandonado no mar. Um homem, que era pescador, adoptou-o.
     Passados alguns anos, quando o rapaz já era crescido, o pescador obrigou-o a ir para o mar com ele, mas o jovem tinha medo da água e tinha receio que o pescador o atirasse ao mar. O pescador era muito mau e estava sempre a bater-lhe e a ralhar com ele.
     Uma noite, o jovem saiu de casa, pegou no barco e fugiu. No dia seguinte, o pescador foi à procura do barco, mas não o encontrou.
     O rapaz vagueou durante vários dias pelo mar e acabou por ser recolhido por um barco enorme de pescadores.  O comandante decidiu adoptá-lo e o jovem foi muito feliz durante alguns anos. Um dia, o comandante morreu e o rapaz  ficou com tudo o que era dele. O jovem pescador pegou no barco e foi até à terra onde vivia antes, à procura do pescador que o tinha acolhido uns anos atrás.
     Quando chegou, foi ter com ele e disse-lhe que se tinha tornado num grande pescador, tal como ele desejava. Ao ouvir aquilo, o homem morreu e o jovem foi-se embora e nunca mais ninguém o viu.

Texto de: Beatriz Simão, 8ºB, nº1 

A música entende-me!

   Sempre que vou para a cama, não consigo dormir sem ouvir música.
   Quando estou triste, a música entende-me.  Posso estar muito triste, mas a música ainda é mais triste.
   Às vezes, tudo me deixa triste e a única coisa que me ajuda a melhorar é ouvir música ou desabafar com alguém. 
   Quando tiro negativa num teste, ou quando não atinjo os meus objetivos, fico triste e custa-me contar aos meus pais. Sempre que vou no carro a ouvir música, vou a cantar e olho para a paisagem e para o céu. Olho para os formas das nuvens, penso no rapaz de quem gosto e do tempo em que ele me fazia feliz, penso nos meus problemas e nos meus resultados da escola.
   Por vezes, a música não chega e  tenho que escrever poemas sobre o que me aconteceu naquele dia e sobre o que estou a sentir. Por vezes ligo o computador mas, quando estou num dia mau, não me apetece "aturar" certas pessoas no Facebook.
   Sempre que tenho tempo, toco um pouco de saxofone tenor, pois ando na banda da Pampilhosa da Serra. Cantar, dançar e ouvir música são algumas das coisas que mais gosto de fazer, mas ando quase sempre triste, pois o rapaz de quem gosto magoa-me muito. Para além disso, os resultados que tiro na escola nem sempre me satisfazem e isso também me preocupa.
   Apesar da vida nem sempre me correr bem, também tenho esperanças que um dia consiga ter melhores notas. 
Texto e imagem de: Diana Antunes, 8ºB, nº5

A grande aventura no Vale Grande

Era uma vez a família Silva, que era uma família muito aventureira. Era uma família com 18 tios e com 27 netos e todos se davam muito bem, juntavam-se todos os fins de semana, para conviverem.
No verão, cada um tirava uma semana, para ir passar férias no Vale Grande, todos juntos numa casa enorme, que tinha um pátio grande e bonito.
Durante aquela semana, os netos iam a pé até a barragem de Santa Luzia e os tios iam descobrir mais locais maravilhosos para além dos que já conheciam. À noite, jogavam todos às cartas e outros jogos, mas havia sempre um dia da semana que era reservado a aventuras radicais. No verão anterior, a aventura radical tinha sido subir os penedos do Vale Grande. Puseram as malas as costas com alimentos, água, cordas e todas as coisas necessárias e lá foram eles. Saíram de casa ás 7:00 horas da manha e puseram-se a caminhar até chegar aos penedos. Chegaram aos penedos às 16:00 horas e puseram uma bandeira com um fundo branco, a cor da paz, a dizer «Viva a família Silva, ninguém a consegue derrotar»
Texto de: Marlene Silva, Nº7, 8ºB


Os Marcianos

Era uma vez um explorador espacial que quis ir explorar Marte. 
Durante a sua viagem até Marte, encontrou um robot que o quis atacar. Andaram os dois à luta, até que o astronauta venceu o robot.
Antes de descolar, inseriram-lhe as coordenadas, mas puseram-nas mal.
Então a nave espacial foi dar a volta e passou pela barreira de asteróides. O astronauta tentou desviar-se, mas com estas voltas todas, quando aterrou em Marte, apercebeu-se que estava sem combustível.
Quando pôs o pé em Marte, disse “ Um pequeno passo para o Homem, mas um grande passo para a descoberta dos marcianos”.
O astronauta começou a explorar o solo do planeta e encontrou água. Algum tempo depois, viu um ser verde com oito olhos... e cada vez surgiram mais. Ficou muito assustado, pois nunca tinha visto nada assim. Tentou dizer, por gestos, que vinha em paz, mas, para seu espanto, os extraterrestres sabiam falar a sua língua.
O astronauta deu-se muito bem com os marcianos e vice-versa. Disse-lhes que precisava de combustível para voltar para a casa. Os marcianos disseram-lhe que sabiam fazer um combustível amigo do ambiente.
Então o astronauta encheu o depósito despediu-se dos marcianos e partiu, agora com as coordenadas certas.
A viagem correu bem e o astronauta ficou muito  famoso por ser o primeiro homem a ir a Marte.


Texto e imagem de: Eduarda Pinto, 8ºB, Nº6


A Internet

Na minha opinião, a Internet, por um lado, é boa para conhecermos amigos novos. No entanto, por outro lado, pode também ser perigosa, porque podemos estar a falar com estranhos.
Eu acho que a Internet é boa para jogarmos, falarmos com os nossos amigos da escola , conhecer amigos novos, se eu quiser posso ir ao Google ver como se vai para Coimbra e quantos quilómetros são, posso ir a alguns sites onde possa saber mais sobre algumas disciplinas, pôr coisas que já não queira a vender pelo mesmo preço que as comprei.
Mas também acho que Internet é perigosa porque podemos marcar algum encontro com um ladrão, e isso pode ser muito arriscado. Assim sendo, a Internet pode ser muito perigosa, dependendo do uso que fazemos dela.
Texto de: Hugo Brito, 8ºB, Nº9