12/03/13

Campo ou cidade, qual o sítio melhor para se viver?

No meu entender, tanto o campo como a cidade são sítios importantes para a vida das pessoas, mas ambos têm aspetos negativos e aspetos positivos.
O campo é normalmente repleto de vegetação, árvores, animais, tanto selvagens como domesticados, animais de pastorícia. Os níveis de poluição são muito reduzidos. Enquanto que, na cidade, o único sítio onde poderá haver vegetação é nos parques municipais ou públicos, os únicos animais que poderão existir serão os de estimação ou então pássaros. Os níveis de poluição são mais altos na cidade do que no campo  , ou seja há mais probabilidades de uma pessoa apanhar uma doença, ou até mesmo um cancro.
A nível social, as pessoas do campo são mais unidas, enquanto que, na cidade, é quase cada um por si. A nível tecnológico, praticamente todas as pessoas da cidade dominam as novas tecnologias, enquanto que as pessoas do campo têm mais dificuldades em utilizá-las.
A cidade depende muito do campo porque é de lá que vêm produtos que são essenciais para a nossa alimentação. Além disso, se o campo não produzir, as fábricas existentes na cidade também não vão produzir.
Por tudo isto, penso que tanto o campo como a cidade são importantes. 

Texto de: Fábio Carvalho, nº6, 9ºA

Os fortes contrastes da sociedade portuguesa

A sociedade em que vivemos é marcada por fortes contrastes, Por um lado, temos pessoas que vivem na miséria, mas por outro há pessoas que vivem rodeadas de luxo.
Infelizmente, nos dias de hoje, há quem viva na miséria e nem dinheiro têm para comer e, por isso, acabam por “lutar” diariamente pela sua sobrevivência. Para poderem alimentar-se a si próprios e à sua família, procuram todos os dias o seu sustento  em contentores do lixo e muitos esperaram  que os grandes hipermercados e restaurantes fechem para aproveitarem restos de comida que possam consumir. Algumas destas pessoas não têm dinheiro para viver e, por isso, vêem- -se obrigadas a viver nas ruas ou então em construções sem as mínimas condições. Estas pessoas começam por ficar desempregadas e, se não estão, ganham salários extremamente baixos que não lhes permitem pagar as suas contas, no final do mês.
As pessoas que vivem rodeadas de luxo, não têm problemas financeiros, dado que têm dinheiro para tudo e mais alguma coisa. Por isso, têm melhores condições de vida. Estes recebem milhões e milhões de euros por mês e podem pagar uma melhor educação para os seus filhos, em escolas privadas. Também têm meios que lhes permitem ter os melhores cuidados de saúde. Estas pessoas vivem em moradias de luxo e frequentam os melhores restaurantes.
Concluo que se verificam grandes desigualdades na nossa sociedade, pois esta divide-se apenas em duas classes: a dos muito ricos e a dos muito pobres, quase não existindo uma classe média.

Texto de: Ivo Simões, 9º A, nº8 

Contrastes da sociedade portuguesa

Vivemos numa sociedade marcada por fortes contrastes, sobretudo a nível económico. Por um lado, há pessoas que vivem no luxo, por outro temos outras que vivem na miséria.
Hoje em dia, há pessoas que podem adquirir os bens mais caros devido aos seus salários. Estas pessoas podem viver em habitações de luxo com piscina, jardim com mini golfe… Como têm mais dinheiro, podem frequentar diariamente restaurantes luxuosos e têm a possibilidade de ter melhores cuidados médicos, melhores condições na educação e comprar roupa frequentemente.
Por outro lado, há pessoas que vivem com muitas dificuldades a nível económico. Algumas dessas pessoas esperam que encerrem os estabelecimentos que vendem alimentos, para comerem os restos ou produtos que estão fora do prazo de validade. Muitas pessoas que têm poucos estudos sentem muitas dificuldades em arranjar emprego. Há outras que têm emprego, mas recebem muito pouco para se sustentarem.
Por tudo isto, podemos concluir que há muitas pessoas no desemprego que deviam ser ajudadas.

Texto de: Daniela Antunes, 9º Ano, nº5

O Sonho Realizado

Um dia, uma amiga perguntou-me se eu queria inscrever-me numa agência de modelos. Eu não sabia. Ser modelo, sempre foi o meu sonho, pois, quando posso, vejo o “America´s next top model “e adoro desfilar com as minhas amigas.
Cheguei a casa, esperei que os meus pais chegassem para lhes perguntar se podia inscrever-me. Eles concordaram.

Quando cheguei à escola, fui logo dizer à minha amiga que podia inscrever-me.

Quando acabaram as aulas, fomos à agência “Best Top Model” e tentámos inscrever-nos, mas tínhamos um problema, não tínhamos idade. Então, pensámos em tentar novamente quando acabássemos o 9º ano, até era melhor para nós, pois íamos estudar para Coimbra e ficava mais perto.
Acabado o 9ºano, decidimos que era a altura certa. Passados dez dias, chamaram-nos para irmos fazer o casting. Chegámos lá e fizemos um casting para verem se ficávamos selecionadas.
Esperei pelos resultados e, quando chegaram, o meu nome estava na lista e o da minha amiga também. Fiquei muito contente, estava a ser um sonho. O dinheiro que ia ganhar serviria para pagar os meus estudos.
Concluí que a melhor coisa que podemos ter é um emprego de que gostamos e que nos faça feliz.
 

Texto de: Daniela Antunes 9ºAno nº5

Uma pessoa inesquecível

Conheci a pessoa de quem vou falar em 2011, no Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense. Comecei a dar-me bem com ele quando me deu aulas de saxofone. Mais tarde, surgiu um teatro onde ele também participou e aí tornámo-nos amigos.
Foi uma das pessoas que me deu conselhos para aplicar na representação da minha personagem. 
Este rapaz também toca saxofone. A maneira como ele se entrega ao instrumento e à música é fantástica, é capaz de exprimir os seus sentimentos  e deixar que nos deixemos levar pela fantasia. Por isso é que lhe chamam Kenny G.
É simpático, sincero, amigo, está sempre ponto a ajudar os outros e faz de tudo para os ver felizes. É engraçado, podemos confiar nele, diz tudo o que tem para dizer , é direto, não é falso, está pronto a ajudar e a maneira como fala com as pessoas não é “bruto”.
O que me impressiona nele é a maneira como é capaz de ser isto tudo, mesmo que algumas pessoas não mereçam. É preciso ter um bom coração como o dele.
Admiro-o muito pela pessoa que é e pelo que faz pelos outros. Ele é o meu ídolo.
Espero que ele seja feliz. Ele merece.
Texto de Patrícia Roque, 9ºA