10/01/17

"Chicken Little" - Disney

A aluna Ana Mafalda S., do 8ºA, fez um resumo/adaptação do livro "Chicken Little", da Disney. Aqui está ele:



15/12/16

Ferro do Diabo

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Ferro do Diabo, o nome do navio mais autêntico que qualquer pobre alma alguma vez viu neste mundo.
O que tornava este navio tão poderoso era o seu capitão, Santiago de La Vega, o marinheiro mais poderoso que alguma vez se ouviu falar. Era de estrutura média, tinha olhos meio verdes, a barba não muito grande e tinha um casaco e um chapéu de marinheiro vermelhos. Mas o que fazia dele um marinheiro tão poderoso e um personagem tão intrigante era que, no fundo, era boa pessoa, tanto que nunca matou um homem com as suas próprias mãos, apesar de ser habilidoso com a espada como ninguém.
Santiago de La Vega dizia sempre que, por mais canalha que a pessoa fosse, só Deus podia tirar a vida, pois só ele a dá. Um dia, o capitão e o contramestre estavam a decidir qual seria o próximo navio pirata a atacar e o capitão disse:
- Para a próxima não quero que matem ninguém. 
Ele teimava sempre para não matarem ninguém.
- Esquece, és o capitão e tudo, mas estes criminosos, merecem morrer.
O que é certo é que nessa noite o navio foi atacado e apenas Santiago de La Veja foi poupado.
João Almas, 8ºB

14/11/16

Campo ou Cidade?

   


Uma discussão bastante comum nos dias de hoje é aquela onde se tenta chegar a um consenso sobre o melhor local para viver. Espaço Rural ou Urbano?
A dificuldade em concordar neste assunto deve-se à quantidade de vantagens e desvantagens provenientes de ambos os lados da argumentação, os quais, mesmo que nem sempre com eles concordemos, sabemos que são válidos.
O campo têm todas as vantagens quanto à poluição e à qualidade do ar. Há também tem muito menor poluição sonora e o tráfego é quase inexistente. O espaço rural é, para além disso, muito mais calmo, tornando-se assim um destino popular para quem tem uma vida atarefada na cidade.
No entanto, a cidade tem uma variedade muito maior em questões de serviços e é lá que se encontra a maior variedade de empregos. Também aí se encontram os maiores eventos e os principais pontos turísticos.
Mas, enquanto ambos têm esta variedade de vantagens, os dois têm várias desvantagens, onde o oposto os supera. Por exemplo, no campo as pessoas mais facilmente se conhecem (o que, dependendo de pessoa para pessoa, pode ser uma vantagem ou desvantagem) e geralmente a população que lá habita é mais envelhecida. Enquanto que na cidade há os referidos problemas com de trafego e poluição, que não existem no campo.
Por isso, o melhor lugar para viver depende da preferência de cada pessoa, e essa é uma discussão que cabe a cada um.

Daniela D. nº6, 9ºA

08/11/16

O Natal

     
O Natal é uma época do ano que todos gostam (menos os que não são cristãos). É uma época perfeita para reunir a família e não só, pois essa época tornou-se uma autêntica máquina de fazer dinheiro.
     Hoje em dia, as companhias comerciais devem ganhar no Natal cinquenta por cento do que ganham durante todo o ano, mas mesmo assim, fazem sempre a mesma publicidade, pegam numa música do momento e transformam-na num autêntico “isco para crianças”.
     Quando se chega aos inícios de Novembro, começamos a ser bombardeados com anúncios das companhias comerciais, a dizer aos miúdos que chegou a altura de chatear os pais, pois ele tem de ter os brinquedos novos.
     Depois disso, temos também os valores de Natal (que ninguém quer saber hoje em dia) juntar a família à mesa, comer, comer, comer. Os portugueses devem comer mais no Natal de toda a União Europeia. É verdade que a tradição portuguesa está muito à volta de comida, mas é um pouco exagerado nesta altura do ano.
    De seguida, temos os filmes de Natal que são praticamente sempre os mesmos, até parece que nunca ninguém viu o “Sozinho em casa”.  Aparentemente as estações televisivas não têm dinheiro nem originalidade para comprar novos filmes, então exibem sempre os mesmos filmes, considerados “clássicos de Natal”.
     Concluindo, o Natal tornou-se numa das maiores máquinas de fazer dinheiro e os seus verdadeiros valores foram totalmente esquecidos.

Pedro S., Nº15, 9A