16/03/17

Esperança Azul

     
     Estava já preparada para mergulhar, observando a imensidão do oceano. Tinha sido recrutada para uma expedição marítima e não podia estar mais excitada. Achava que não ia ser fácil encontrar algo, mas as minhas expectativas eram bastante elevadas. Afinal, apenas 5% dos nossos oceanos são conhecidos.
     Após uma breve conversa com o nosso chefe, foi-nos permitido mergulhar. Eu e os meus colegas saltámos do barco e deixámos que a calma do mar nos rodeasse. Sempre gostei de nadar, é tão libertador.
     Deixei que o meu corpo de habituasse ao novo ambiente e observei o que se encontrava ali comigo, debaixo de água. Estávamos mesmo junto à Grande Barreira de Coral e a diversidade era enorme. Os peixes riscados nadavam pelo meio do arco-íris de corais e ao longe via-se um tubarão. Fui descendo e vi os meus colegas à volta de um objeto. Não consegui identificá-lo, mas, assim que me aproximei, reconheci-o como o mastro de um barco. Apressei-me até à superfície, onde contei sobre o nosso achado.
     Voltando ao fundo do mar, começámos a desenterrá-lo e, quatro meses depois, tudo o que pertencia àquele barco já tinha sido retirado para terra.
     Batizámo-lo de “Hope” (“Esperança”) para que as pessoas percebam que ainda não conhecem a Terra e que antes de tentarem descobrir novos mundos pelo universo fora, deveriam concentrar-se no nosso planeta, que tantas coisas tem para oferecer que continuam por aí enterradas.

Inês Alves, 9ºA

10/01/17

"A Ilha do Tesouro", Robert Louis Stevenson

A Magda Rodrigues, do 8ºA, depois de ler "A Ilha do Tesouro", de Robert Louis Stevenson, fez este eBook com um resumo/adaptação da obra. Ora vê:




"Chicken Little" - Disney

A aluna Ana Mafalda S., do 8ºA, fez um resumo/adaptação do livro "Chicken Little", da Disney. Aqui está ele:



15/12/16

Ferro do Diabo

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Ferro do Diabo, o nome do navio mais autêntico que qualquer pobre alma alguma vez viu neste mundo.
O que tornava este navio tão poderoso era o seu capitão, Santiago de La Vega, o marinheiro mais poderoso que alguma vez se ouviu falar. Era de estrutura média, tinha olhos meio verdes, a barba não muito grande e tinha um casaco e um chapéu de marinheiro vermelhos. Mas o que fazia dele um marinheiro tão poderoso e um personagem tão intrigante era que, no fundo, era boa pessoa, tanto que nunca matou um homem com as suas próprias mãos, apesar de ser habilidoso com a espada como ninguém.
Santiago de La Vega dizia sempre que, por mais canalha que a pessoa fosse, só Deus podia tirar a vida, pois só ele a dá. Um dia, o capitão e o contramestre estavam a decidir qual seria o próximo navio pirata a atacar e o capitão disse:
- Para a próxima não quero que matem ninguém. 
Ele teimava sempre para não matarem ninguém.
- Esquece, és o capitão e tudo, mas estes criminosos, merecem morrer.
O que é certo é que nessa noite o navio foi atacado e apenas Santiago de La Veja foi poupado.
João Almas, 8ºB