Textos e trabalhos realizados pelos alunos na disciplina de Português (3º Ciclo)
04/01/17
15/12/16
Ferro do Diabo
Ferro do Diabo, o nome do navio mais autêntico que qualquer pobre alma alguma vez viu neste mundo.
O que tornava este navio tão poderoso era o seu capitão, Santiago de La Vega, o marinheiro mais poderoso que alguma vez se ouviu falar. Era de estrutura média, tinha olhos meio verdes, a barba não muito grande e tinha um casaco e um chapéu de marinheiro vermelhos. Mas o que fazia dele um marinheiro tão poderoso e um personagem tão intrigante era que, no fundo, era boa pessoa, tanto que nunca matou um homem com as suas próprias mãos, apesar de ser habilidoso com a espada como ninguém.
Santiago de La Vega dizia sempre que, por mais canalha que a pessoa fosse, só Deus podia tirar a vida, pois só ele a dá. Um dia, o capitão e o contramestre estavam a decidir qual seria o próximo navio pirata a atacar e o capitão disse:
- Para a próxima não quero que matem ninguém.
Ele teimava sempre para não matarem ninguém.
- Esquece, és o capitão e tudo, mas estes criminosos, merecem morrer.
O que é certo é que nessa noite o navio foi atacado e apenas Santiago de La Veja foi poupado.
João Almas, 8ºB
14/11/16
Campo ou Cidade?
Uma
discussão bastante comum nos dias de hoje é aquela onde se tenta chegar a um consenso sobre o melhor local para viver. Espaço Rural ou Urbano?
A
dificuldade em concordar neste assunto deve-se à quantidade de vantagens e
desvantagens provenientes de ambos os lados da argumentação, os quais, mesmo que nem
sempre com eles concordemos, sabemos que são válidos.
O
campo têm todas as vantagens quanto à poluição e à qualidade do ar.
Há também tem muito menor poluição sonora e o tráfego é quase inexistente. O
espaço rural é, para além disso, muito mais calmo, tornando-se assim um destino popular
para quem tem uma vida atarefada na cidade.
No
entanto, a cidade tem uma variedade muito maior em questões de serviços e é lá
que se encontra a maior variedade de empregos. Também aí se encontram os
maiores eventos e os principais pontos turísticos.
Mas, enquanto ambos têm esta variedade de vantagens, os dois têm várias desvantagens,
onde o oposto os supera. Por exemplo, no campo as pessoas mais facilmente se
conhecem (o que, dependendo de pessoa para pessoa, pode ser uma vantagem ou
desvantagem) e geralmente a população que lá habita é mais envelhecida.
Enquanto que na cidade há os referidos problemas com de trafego e poluição, que
não existem no campo.
Por
isso, o melhor lugar para viver depende da preferência de cada pessoa, e essa é
uma discussão que cabe a cada um.
Daniela
D. nº6, 9ºA
08/11/16
O Natal
O Natal é uma época do ano que todos gostam
(menos os que não são cristãos). É uma época perfeita para reunir a família e
não só, pois essa época tornou-se uma autêntica máquina de fazer dinheiro.
Hoje em dia, as companhias comerciais devem
ganhar no Natal cinquenta por cento do que ganham durante todo o ano, mas mesmo
assim, fazem sempre a mesma publicidade, pegam numa música do momento e
transformam-na num autêntico “isco para crianças”.
Quando se chega aos inícios
de Novembro, começamos a ser bombardeados com anúncios das companhias
comerciais, a dizer aos miúdos que chegou a altura de chatear os pais, pois ele
tem de ter os brinquedos novos.
Depois disso, temos também os valores de
Natal (que ninguém quer saber hoje em dia) juntar a família à mesa, comer,
comer, comer. Os portugueses devem comer mais no Natal de toda a União
Europeia. É verdade que a tradição portuguesa está muito à volta de comida, mas
é um pouco exagerado nesta altura do ano.
De seguida, temos os filmes de Natal que
são praticamente sempre os mesmos, até parece que nunca ninguém viu o “Sozinho
em casa”. Aparentemente as estações
televisivas não têm dinheiro nem originalidade para comprar novos filmes, então
exibem sempre os mesmos filmes, considerados “clássicos de Natal”.
Concluindo, o Natal tornou-se numa das
maiores máquinas de fazer dinheiro e os seus verdadeiros valores foram
totalmente esquecidos.
Pedro
S., Nº15, 9A
03/11/16
A bordo do Beagle
A bordo do Beagle
Nunca fui bom cozinheiro, mas
sempre tive um grande fascínio pela culinária. Nas minhas pausas de trabalho,
customava sentar-me na cadeira com as pernas cruzadas a ver revistas que a
minha mãe me comprava todas a semanas, por saber dessa minha paixão pela
culinária.
Ao longo dos anos fui ganhando o jeito e agora aqui estou eu, a
bordo do Beagle, a trabalhar como cozinheiro, convidado pelo meu grande amigo
Darwin a uma expedição de ilhas no oceano pacífico!
Estava a preparar o almoço para aquela
gente toda quando começo a ouvir gritos de “Terra à vista!”.
Desembarcámos
assim que chagámos. Foi bom ter os pés assente na Terra. Olhei em volta e fiquei
sem palavras. Parecia que estava no paraíso: uma linda praia, uma linda
floresta, a água parecia feita de diamantes! Decidimos entrar naquele monte de
árvores. A cada passo dado, cada animal novo, cada arbusto, cada árvore, tudo
era lindo, parecia tudo tão especial, como nunca antes visto!
Anoiteceu rapidamente, não demos
pelo tempo passar. Decidimos acampar no meio da floresta. Falámos durante
grande parte da noite, quando Darwin me contou todos os seus projetos.
O tempo ali passava num abrir e fechar
de olhos e, por isso, rapidamente se passaram alguns dias. Darwin tinha
descoberto várias espécies de animais e plantas, mas estava na hora de partir,
tínhamos novas ilhas para descobrir.
Joana M. nº5, 8ºB
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