15/03/13

A aventura de Marta


Era uma vez uma menina que tinha muitos problemas, que se chamava Marta. Ela sempre desejara encontrar a sua família, custasse o que custasse. Para os encontrar, já tinha feito de tudo, já tinha percorrido a aldeia, já tinha ido ao palácio…
Os seus pais tinham sido raptados por um inimigo, mas um dia Marta não aguentou mais as saudades e partiu à aventura. Depois de muito andar, ficou perdida na floresta.
 Andou e não encontrou ninguém, até que, num determinado momento, encontrou um amigo e perguntou:
 - Olá, eu sou a Marta.
- Eu sou o António.
- Ando à procura da minha família. Eles foram raptados há algum tempo.
 - Eu vi-os! Estão naquela casa ali ao fundo.
  - Obrigado, António, és o meu anjo da guarda.
 E foi assim que a Marta encontrou a sua família.
Maria Nunes, Nº10, 8º A

Um príncipe


Era uma vez um príncipe que tinha um objetivo preciso: encontrar a sua princesa. No final da sua viagem até ao castelo, viu a princesa que andava à procura: lá estava ela, ao pé de uma árvore, em cima de um cavalo branco!
Para o herói, as coisas estavam a ser fáceis, mas só que o príncipe ficou ferido porque ajudou um senhor que estava ao pé do castelo.
O príncipe e a princesa ficaram bons amigos. A princesa convidou o príncipe para ir ao castelo, para o conhecer
Começaram a conversar quando, de repente, o príncipe diz à princesa que tem que ir para casa, porque estava a ficar tarde. A princesa disse:
 - Não, hoje não vais, só amanhã. Amanhã, se quiseres, podes voltar.
 O príncipe e a princesa começaram a conhecer-se melhor e todos os dias o príncipe ia ver a sua princesa ao castelo.
Texto de Sara Almeida, Nº13, 8º Ano

O amor entre mãe e filhos

Em Itália, à beira-mar, há dois anos e meio, viviam uma filha, um filho e uma mãe muito jovem, bela e trabalhadora que adorava os seus filhos. Certo dia, tiveram uma conversa sobre o amor que cada um sentia.
 A filha, Juliana, tinha 3 anos e tinha dito à mãe que ela era o seu ídolo, o seu troféu, que era a melhor mãe do mundo.
 A mãe, Marisa, muito emocionada, disse:
 - Eu amo-te muito, tu para mim és tudo, és a minha vida! Tu e o teu irmão.
 - Nós também te amamos muito mãe. - disseram os filhos.


Esta mãe e estes filhos eram muito próximos, muito divertidos e alegres. Tudo o que eles pediam, a mãe dava-lhes, era um amor incondicional.
 A mãe adorava mimar os filhos, adorava dar-lhe todo o seu carinho. Era uma mãe muito dedicada muito atenta, cuidadosa e responsável.
 O filho mais velho já andava na escola e tinha feito um cartão, para oferecer à mãe, que dizia o seguinte:
 - És a melhor mãe, és o meu ídolo e eu adoro-te muito.
 A mãe ficou muito emocionada. Esta viagem serviu para que cada um soubesse o amor que cada qual sentia pelos outros.
Texto de Daniela Almeida, Nª3, 8º A


A irmã


Era uma vez um rapaz alto, magro, moreno e com olhos verdes que se chamava Bernardo. Ele tinha praticamente 18 anos e gostava muito da sua irmã, que se chamava Leonor. 
Um dia, Bernardo andava a brincar com a sua irmã no jardim. Ele tinha-lhe dito que precisava de ir à casa de banho e que voltava daí a pouco. Leonor estava tão entretida a brincar que começou a correr atrás de uma borboleta e, mais tarde, perdeu-se. Bernardo, todo contente pela a irmã que tinha, ia ter com ela, mas de repente viu que já não estava no jardim… Bernardo chamou por Leonor, mas ela não lhe respondia… Começou a chorar e a culpar-se, a dizer que era um estúpido e que não devia ter deixado a irmã sozinha. Chegou a casa e contou aos pais o que tinha acontecido. Eles foram logo à polícia, que, no entanto, não conseguiu encontrar nada sobre a menina. Bernardo procurou por ela dia e noite, mas não a encontrou… Decidiu continuar a procurá-la, até que, um dia mais tarde, a encontrou. Estava deitada numa rocha, cheia de frio. Ele ficou todo contente por ter encontrado a irmã! Pegou nela e levou-a para casa. Bernardo, naquele dia, ficou tão assustado mas tão assustado que nuca mais deixou a irmã sozinha.


Texto de Sara Costa, Nº14, 8ºA


14/03/13

O meu orgulho

Conheço uma pessoa corajosa! A sua vida nunca foi fácil mas ela sempre passou por cima de tudo. Ela é a minha MÃE.
Simpática, honesta e lutadora, tem um rosto belo, esbelto. As suas pequenas rugas aparecem, mas a sua beleza nunca desaparece.
Ela é mesmo única! Sofreu muito na sua vida, mas só pensou uma única vez: agarrou os seus quatro filhos e só lhe restou fugir para um lugar onde ninguém a encontrasse. Passámos uma época de afastamento, passaram anos em que ela não me viu, fechada num hospital. Ninguém sabia o que ela estava a sentir! São coisas que não têm palavras para serem descritas.
 Ela foi e será sempre um grande orgulho para mim! Admiro-a bastante pela pessoa que ela foi e é.
Adoro-te Mãe! 
texto de Fátima Silva, nº6, 8ºA