02/02/18

A viagem “Aliens”

O tema proposto foi "Uma aventura do Cavaleiro da Dinamarca na sua viagem à Palestina". O Alexandre, do 7ºD, imaginou esta:

A viagem “Aliens”
Certo dia, o Cavaleiro da Dinamarca resolveu realizar uma viagem da Dinamarca à Palestina. Disse a toda a família :
- De hoje a três dias, viajarei para a Palestina!
- Porquê? - perguntaram todos.
- Porque na Palestina existem vários lugares sagrados e o mais sagrado de todos é a gruta dos “Aliens”! - disse o Cavaleiro da Dinamarca .
- O que tem de tão sagrado essa gruta?- perguntaram os seus filhos.
- Essa gruta, segundo os relatos da Área 51, tem um código e quem o decifrar terá direito a um desejo! - explicou o cavaleiro.
- Vai ter “Aliens”? - perguntaram os seus filhos, muto excitados .
- Sim, claro que sim, e segundo os historiadores o chão é uma nave espacial! - disse o Cavaleiro, vendo-se, na sua imaginação, a ver os “Aliens”.
- Irás precisar de malas, querido! - exclamou a mulher do Cavaleiro.
- Não, não irei precisar de muita coisa, apenas de comida, algumas roupas e muito dinheiro… Ah! Já me esquecia do meu quite profissional de descobrimentos! - disse o cavaleiro.
E assim se passaram três dias…
No dia de partida, o Cavaleiro já não pensava noutra coisa senão no local mais misterioso do mundo. Quando entrou na sua avioneta, abriu logo o seu mapa para localizar a Palestina.
Quando ia meio caminho, teve de fazer uma paragem, mas não perdeu tempo e em cinco minutos reabasteceu, comeu, bebeu, fez as suas necessidades... e arrancou .

Quando chegou à Palestina, foi direto ao local mais misterioso do mundo: “a gruta dos “Aliens””. Ao entrar, reparou que o chão era mesmo uma nave espacial! De seguida, olhou muito atentamente para as paredes e disse para si:
- Tenho a certeza que estas paredes são uma armadilha!
Como estava em excelente condição física e mental, conseguiu ultrapassar a armadilha e…. afinal o único desejo que o cavaleiro tinha era de tirar uma foto com os “Aliens”
E assim, concretizado o seu desejo, pôde voltar para casa.
Alexandre, 7ºD

31/01/18

Novas tradições

O tema proposto foi "Uma aventura do Cavaleiro da Dinamarca durante a sua viagem à Palestina".
A Inês escreveu esta:

Novas tradições

A norte da Europa, na Dinamarca, os invernos são nus, tão frios que até causam arrepios e está tanto frio que nem dá para as crianças brincarem na neve. Só não está frio num sítio, na casa de um cavaleiro chamado Ambrósio. Ele tem uma armadura reluzente, que é todos os dias polida, cabelos castanhos e olhos verdes, é muito inteligente e simpático.
Já tinha passado um dia do Natal e o cavaleiro já pensava no próximo. Ia partir para a Palestina em busca de novas tradições de Natal. Este Natal não tinha sido tão divertido, são sempre as mesmas estórias, a mesma comida, as mesmas tradições, estava farto. 

Então partiu de cavalo para França. Quando chegou, viu que lá tudo era diferente, as crianças brincavam na neve e divertiam-se muito. Bateu à porta de uma casa e perguntou:
- Olá, eu sou o cavaleiro da Dinamarca, estou à procura de tradições, pode dizer-me as tradições da sua família?
- Olá, o meu nome é Françoase e esta é a minha tradição: corto um pinheiro e trago-o para casa e depois enfeito-o com bolinhas e uma estrela na ponta.
- Deixa ver se percebi, corta o pinheiro e enfeita o seu cadáver com bolinhas e uma estrela na ponta?
- Sim é isso.
E o Ambrósio continuou a sua viagem já com uma tradição. 

De seguida foi para Itália. Quando chegou, despiu o seu casaco, estava calor, encontrou um vendedor de legumes e perguntou quais eram as tradições da sua família no Natal. Ele disse:
- Cortamos legumes e com eles construímos um presépio.
O cavaleiro queria arranjar mais uma tradição, mas já estava na hora de ir para a Palestina, e foi. Quando lá chegou, perguntou a um grupo de pessoas:
- Quem são vocês? De onde vieram e quais são as vossas tradições de Natal?
- Eu sou o Moisés e estes são hebreus, viemos do Egito e as nossas tradições de Natal são dar presentes a amigos e familiares.
Com três tradições, o cavaleiro voltou para casa e sabia que o próximo Natal iria ser muito mais divertido.
Inês, 7ºD

12/06/17

O Sorriso de Daniela (resumo em eBook)

Depois de ler "O Sorriso de Daniela", de Carmen Gil (texto) e Rebeca Luciani (ilustração), a Magda Rodrigues, do 8ºA, fez este eBook com o resumo da obra:

04/04/17

"As Aventuras de Tintim: A Estrela Misteriosa" (resumo, em BD)

Resumo em banda desenhada do livro "Uma Aventura de Tintim - A Estrela Misteriosa", de Hergé, feito pela Magda Rodrigues, do 8ºA:

16/03/17

Até ao navio naufragado

     O silêncio da viagem era bastante bem-vindo. Durante a última semana, o barulho excessivo parecia estar em todos os lugares. A excitação de toda a gente em relação ao navio encontrado parecia seguir-me para todo o lado e o alarido que houvera tinha-me provocado uma leve dor de cabeça e ouvidos constantemente a zunir, os quais eu juro ainda poder sentir.
     Sendo eu apenas estagiária, na última semana todos pareciam tentar decidir onde eu deveria ficar encaixada nesta história e eu, inevitavelmente, fui arrastada para a confusão.
     Assim, e embora a revelação que eu participaria em analisar o navio naufragado encontrado em África tivesse sido estonteante, não poderia ter deixado de sentir alívio ao entrar no avião e ser envolvida em calmos sussurros e conversa suave. E agora, mesmo com o calor insuportável no jipe, presente mesmo com o ar-condicionado no máximo, a sensação continuava a mesma, apenas com o baixo som da música e a conversa das pessoas ao meu lado.
     Quando chegámos, o que não demorou tanto quanto esperava (quem sabe não deixei o sono envolver-me), fomos recebidos por apenas uma dúzia de pessoas que pareciam já nos aguardar. Após várias explicações sobre o navio e como tinha sido encontrado, foram-nos estendidos fatos de mergulho. Já todos sabíamos como os usar correctamente, mas mesmo assim foram sendo dadas dicas e conselhos até estarmos totalmente preparados.
     Logo que o barco que nos levava para o lugar onde o navio estava naufragado parou, todos nós (a este ponto éramos seis: três tinham vindo comigo de Portugal e dois dos que nos aguardavam na costa) nos preparámos para saltar pra a água, e após alguns minutos um a um foram sendo ouvidos suaves sons de embate na água.
     O navio estava em melhor estado do que eu esperava, quase praticamente intacto, salve o grande buraco no casco. Grande parte do navio estava coberto em algas e anémonas de cores variadas, e podiam ser vistos peixes s entrar e sair do navio pelas entradas disponíveis. O mastro não estava visível em lado nenhum e grande parte do interior estava quebrada e chegada para um lado, respeitando a posição horizontal do navio.
     Quando um dos meus colegas me chamou com um movimento da mão e me trouxe à superfície, perguntou-me se alguma vez tinha visto algo assim. Sorri, acenei com a cabeça de forma negativa e comecei a pensar no meu relatório.


Daniela Domingues, 9ºA

Esperança Azul

     
     Estava já preparada para mergulhar, observando a imensidão do oceano. Tinha sido recrutada para uma expedição marítima e não podia estar mais excitada. Achava que não ia ser fácil encontrar algo, mas as minhas expectativas eram bastante elevadas. Afinal, apenas 5% dos nossos oceanos são conhecidos.
     Após uma breve conversa com o nosso chefe, foi-nos permitido mergulhar. Eu e os meus colegas saltámos do barco e deixámos que a calma do mar nos rodeasse. Sempre gostei de nadar, é tão libertador.
     Deixei que o meu corpo de habituasse ao novo ambiente e observei o que se encontrava ali comigo, debaixo de água. Estávamos mesmo junto à Grande Barreira de Coral e a diversidade era enorme. Os peixes riscados nadavam pelo meio do arco-íris de corais e ao longe via-se um tubarão. Fui descendo e vi os meus colegas à volta de um objeto. Não consegui identificá-lo, mas, assim que me aproximei, reconheci-o como o mastro de um barco. Apressei-me até à superfície, onde contei sobre o nosso achado.
     Voltando ao fundo do mar, começámos a desenterrá-lo e, quatro meses depois, tudo o que pertencia àquele barco já tinha sido retirado para terra.
     Batizámo-lo de “Hope” (“Esperança”) para que as pessoas percebam que ainda não conhecem a Terra e que antes de tentarem descobrir novos mundos pelo universo fora, deveriam concentrar-se no nosso planeta, que tantas coisas tem para oferecer que continuam por aí enterradas.

Inês Alves, 9ºA

10/01/17

"A Ilha do Tesouro", Robert Louis Stevenson

A Magda Rodrigues, do 8ºA, depois de ler "A Ilha do Tesouro", de Robert Louis Stevenson, fez este eBook com um resumo/adaptação da obra. Ora vê:




"Chicken Little" - Disney

A aluna Ana Mafalda S., do 8ºA, fez um resumo/adaptação do livro "Chicken Little", da Disney. Aqui está ele:



15/12/16

Ferro do Diabo

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Ferro do Diabo, o nome do navio mais autêntico que qualquer pobre alma alguma vez viu neste mundo.
O que tornava este navio tão poderoso era o seu capitão, Santiago de La Vega, o marinheiro mais poderoso que alguma vez se ouviu falar. Era de estrutura média, tinha olhos meio verdes, a barba não muito grande e tinha um casaco e um chapéu de marinheiro vermelhos. Mas o que fazia dele um marinheiro tão poderoso e um personagem tão intrigante era que, no fundo, era boa pessoa, tanto que nunca matou um homem com as suas próprias mãos, apesar de ser habilidoso com a espada como ninguém.
Santiago de La Vega dizia sempre que, por mais canalha que a pessoa fosse, só Deus podia tirar a vida, pois só ele a dá. Um dia, o capitão e o contramestre estavam a decidir qual seria o próximo navio pirata a atacar e o capitão disse:
- Para a próxima não quero que matem ninguém. 
Ele teimava sempre para não matarem ninguém.
- Esquece, és o capitão e tudo, mas estes criminosos, merecem morrer.
O que é certo é que nessa noite o navio foi atacado e apenas Santiago de La Veja foi poupado.
João Almas, 8ºB

14/11/16

Campo ou Cidade?

   


Uma discussão bastante comum nos dias de hoje é aquela onde se tenta chegar a um consenso sobre o melhor local para viver. Espaço Rural ou Urbano?
A dificuldade em concordar neste assunto deve-se à quantidade de vantagens e desvantagens provenientes de ambos os lados da argumentação, os quais, mesmo que nem sempre com eles concordemos, sabemos que são válidos.
O campo têm todas as vantagens quanto à poluição e à qualidade do ar. Há também tem muito menor poluição sonora e o tráfego é quase inexistente. O espaço rural é, para além disso, muito mais calmo, tornando-se assim um destino popular para quem tem uma vida atarefada na cidade.
No entanto, a cidade tem uma variedade muito maior em questões de serviços e é lá que se encontra a maior variedade de empregos. Também aí se encontram os maiores eventos e os principais pontos turísticos.
Mas, enquanto ambos têm esta variedade de vantagens, os dois têm várias desvantagens, onde o oposto os supera. Por exemplo, no campo as pessoas mais facilmente se conhecem (o que, dependendo de pessoa para pessoa, pode ser uma vantagem ou desvantagem) e geralmente a população que lá habita é mais envelhecida. Enquanto que na cidade há os referidos problemas com de trafego e poluição, que não existem no campo.
Por isso, o melhor lugar para viver depende da preferência de cada pessoa, e essa é uma discussão que cabe a cada um.

Daniela D. nº6, 9ºA

08/11/16

O Natal

     
O Natal é uma época do ano que todos gostam (menos os que não são cristãos). É uma época perfeita para reunir a família e não só, pois essa época tornou-se uma autêntica máquina de fazer dinheiro.
     Hoje em dia, as companhias comerciais devem ganhar no Natal cinquenta por cento do que ganham durante todo o ano, mas mesmo assim, fazem sempre a mesma publicidade, pegam numa música do momento e transformam-na num autêntico “isco para crianças”.
     Quando se chega aos inícios de Novembro, começamos a ser bombardeados com anúncios das companhias comerciais, a dizer aos miúdos que chegou a altura de chatear os pais, pois ele tem de ter os brinquedos novos.
     Depois disso, temos também os valores de Natal (que ninguém quer saber hoje em dia) juntar a família à mesa, comer, comer, comer. Os portugueses devem comer mais no Natal de toda a União Europeia. É verdade que a tradição portuguesa está muito à volta de comida, mas é um pouco exagerado nesta altura do ano.
    De seguida, temos os filmes de Natal que são praticamente sempre os mesmos, até parece que nunca ninguém viu o “Sozinho em casa”.  Aparentemente as estações televisivas não têm dinheiro nem originalidade para comprar novos filmes, então exibem sempre os mesmos filmes, considerados “clássicos de Natal”.
     Concluindo, o Natal tornou-se numa das maiores máquinas de fazer dinheiro e os seus verdadeiros valores foram totalmente esquecidos.

Pedro S., Nº15, 9A